Ecocataratas apresenta projeto do Trevo Cataratas a deputados

Ecocataratas apresenta projeto do Trevo Cataratas a deputados

Representantes da Concessionária Ecocataratas e do Departamento de Estradas e Rodagem (DER) apresentaram na manhã de hoje (13) aos deputados da Frente Parlamentar de Desenvolvimento do Oeste, o projeto para construção do novo Trevo do Cataratas, em Cascavel, no entroncamento das BRs 369, 277 e 467. Na proposta, a empresa informou aos deputados que é possível executar a obra, prevendo o fluxo de veículos para os próximos 30 anos, em até três etapas. O custo total, incluindo as desapropriações é de R$ 85 milhões.

O deputado estadual Adelino Ribeiro (PSL), um dos integrantes da Frente, achou o projeto interessante e viável, todavia, quer um debate com o governo do Estado sobre a forma de viabilizar os recursos. “Historicamente já ouvimos falar muito em construção de um novo Trevo do Cataratas, de verbas destinadas a esta finalidade, mas nunca saiu do papel. Agora, acredito, estamos no momento mais propício para execução da obra”, afirmou Adelino.

Segundo ele, o governo do Estado conseguiu um empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e, segundo o DER ainda têm R$ 1 bilhão disponível para execução de novas obras rodoviárias. “O que nós da Frente queremos é nos reunir com o governador Beto Richa e inserir esta obra nos recursos do BID, porque é um recurso pequeno diante da disponibilidade e da importância deste trevo. Além disso já seria possível construir as três etapas de uma só vez e deixar o trevo pronto para os próximos 30 anos”.

A outra possibilidade da construção do trevo seria a inclusão de um aditivo no atual contrato de concessão, mas isso implicaria em um reajuste, segundo cálculos da concessionária, de 12% no valo da tarifa. “Essa possibilidade de um reajuste na tarifa, segundo a própria concessionária, não chegou a ser discutida. É apenas um cálculo do custo. Mas a Frente já se posicionou, descartando essa a ideia. Se for para ter mais um reajuste na tarifa, melhor esperar o fim do contrato e daqui a quatro anos, se houve um a nova concessão, incluir a obra. Já pagamos um valor absurdo e não dá para transferir essa conta para o usuário. Por isso vamos insistir junto ao governo do Estado”.

 

 


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